Papa Bento XVI

Bento XVI: história e moedas

Papa Bento XVI

Joseph Alois Ratzinger nasceu em Marktl am Inn a 16 de abril de 1927. O pai era comissário da polícia e vinha de uma família modesta de agricultores da Baixa Baviera; a mãe, de Rimsting, junto ao lago Chiem, era filha de artesãos e trabalhara como cozinheira antes de casar. Conheceu o nazismo durante a juventude e, aos 14 anos, foi inscrito por lei na Juventude Hitleriana, como os seus colegas. Aos 16 anos foi colocado em Munique numa unidade de artilharia antiaérea que defendia as fábricas da BMW. Desertou em abril de 1944. Após a derrota alemã, os Aliados mantiveram-no algumas semanas, em abril de 1945, num campo de prisioneiros de guerra perto de Ulm; foi libertado a 19 de junho de 1945. Ratzinger estudou filosofia na Universidade de Munique e depois na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising, onde apresentou a tese teológica Povo e casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho. Foi ordenado sacerdote a 29 de junho de 1951. A participação no Concílio Vaticano II, a partir de 1962, foi uma experiência fundamental para a sua projeção internacional. Primeiro participou como consultor teológico do cardeal de Colónia Joseph Frings e, por iniciativa deste, tornou-se perito do Concílio a partir do fim da primeira sessão. Foi um período intelectualmente fecundo: conheceu Henri de Lubac, Jean Daniélou, Yves Congar e Gérard Philips, além de cardeais e bispos de todo o mundo. De 1959 a 1969 ensinou em Bona, Münster e Tubinga. Em 1969 tornou-se professor catedrático de dogmática e história dos dogmas na Universidade de Ratisbona.

A 24 de março de 1977, Paulo VI ordenou-o arcebispo de Munique e Freising; recebeu a consagração episcopal a 28 de maio. Foi criado cardeal a 27 de junho. A 25 de novembro de 1981, João Paulo II nomeou-o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Presidiu também à Pontifícia Comissão Bíblica e à Comissão Teológica Internacional. A 15 de fevereiro de 1982 renunciou ao governo pastoral da arquidiocese de Munique e Freising. Presidiu à comissão de preparação do Catecismo da Igreja Católica entre 1986 e 1992. A 10 de novembro de 1999 recebeu o doutoramento honoris causa em Direito da Lumsa. A 30 de novembro de 2002 tornou-se decano do Colégio Cardinalício e tomou posse da sede suburbicária de Óstia.

Ratzinger foi eleito papa com o nome de Bento XVI (Benedictus XVI) na tarde de 19 de abril de 2005, no quarto escrutínio do segundo dia do conclave convocado para suceder a João Paulo II.

No primeiro discurso, seguido da bênção Urbi et Orbi, lembrou o amigo e predecessor. A 25 de janeiro de 2006 foi publicado o texto da sua primeira encíclica, Deus caritas est (Deus é amor).

Ratzinger estudou filosofia na Universidade de Munique e depois na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising, onde apresentou a tese Povo e casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho. Foi ordenado sacerdote a 29 de junho de 1951. A participação no Concílio Vaticano II a partir de 1962 deu-lhe projeção internacional. Foi primeiro consultor teológico do cardeal Joseph Frings de Colónia e, por iniciativa deste, perito do Concílio a partir do fim da primeira sessão. Conheceu Henri de Lubac, Jean Daniélou, Yves Congar e Gérard Philips, além de responsáveis eclesiásticos de todo o mundo. De 1959 a 1969 ensinou em Bona, Münster e Tubinga; em 1969 tornou-se professor de dogmática e história dos dogmas na Universidade de Ratisbona.